NOSSA HISTÓRIA
A universidade começa
com uma oportunidade.
O Favela na Universidade nasceu da necessidade de ampliar as oportunidades educacionais para jovens que historicamente encontram barreiras para acessar o ensino superior, especialmente estudantes das periferias e da rede pública.
O projeto integra a proposta da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP/MEC) e desenvolve suas atividades a partir dos princípios da educação popular, inclusão social e democratização do acesso à universidade.
Nossos objetivos
Oferecer preparação gratuita para o ENEM e aproximar os estudantes do ensino superior. Nossa atuação também inclui orientação sobre acesso às universidades e políticas de permanência, formação cidadã e participação social.
Para quem é o cursinho?
Jovens e adultos das periferias, prioritariamente estudantes e egressos da rede pública. Acolhemos juventudes negras, periféricas, indígenas e trabalhadoras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e quem está buscando ser a primeira pessoa da família a chegar à universidade.
O que faz a nossa educação ser popular
Educação gratuita
Preparação nas principais áreas do ENEM e orientação sobre ingresso no ensino superior.
Diversidade e pertencimento
Valorização das identidades periféricas e das experiências dos próprios estudantes.
Construção coletiva
Educadores comprometidos com os territórios, com escuta e participação dos estudantes.
Formação crítica e cidadã
Integração entre educação, cultura, direitos humanos e questões sociais e ambientais.
Uma trajetória para além da sala de aula
Oficinas, rodas de conversa, atividades culturais e encontros fazem parte da nossa atuação. Entre as experiências realizadas estão:
- Oficinas de direitos humanos e atividades de hip-hop.
- Debates sobre racismo ambiental.
- Ações de enfrentamento à violência contra a mulher.
- Participação no Encontro de Jovens Cotistas da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Famílias, educadores, universidades, organizações sociais, coletivos culturais e movimentos populares também fazem parte dos diálogos que queremos construir.
Construa com a gente